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terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Nossa ida ao Acampamento Paiol Grande.





Oi gente,
Hoje vim contar para vocês como foi nossa viagem para o acampamento Paiol Grande, localizado na Serra da Mantiqueira em São Bento do Sapucaí, interior de São Paulo.
Esse acampamento existe desde 1946, conheci muitos veteranos, que vão lá desde crianças, e hoje vão com suas famílias, levam os filhos e muitos, já levam netos! Fiquei encantada com isso.
Lá, eles trabalham métodos de convivência entre jovens, através do esporte, lazer, diversão e cultura, possibilitando, ao mesmo tempo, uma vivência de valores e noções fundamentais de cidadania, solidariedade, ética, moral e convívio social. O jovem aprende na prática, enquanto se diverte. E se torna um Paioleiro – um ser humano que vai lembrar dessas experiências marcantes. Que vai se orgulhar de ter participado delas. E que vai difundir seus princípios básicos para o resto de sua vida.
Ser Paioleiro é ser cidadão. É dar valor às coisas mais simples da vida. É saber transformar vivência em ensinamento. E é, sobretudo, entender esta fantástica experiência que é...viver! De uma forma alegre, divertida e positiva.
O acampamento funciona da seguinte maneira:
existem vários alojamentos, comportando 20 pessoas cada um. tem os alojamentos das mulheres (se houver filhos até cinco anos, ele também fica nesse alojamento independente do sexo), o alojamento dos homens, o de meninos (que comporta crianças de 6 a 12 anos), e o de meninas (que também comportam meninas de 6 a 12 anos), os adolescentes ficam com os adultos, tudo separado por sexo.
em todos os alojamentos tem um monitor que dorme acompanhando os acampados, eles instruem, ajudam e também trabalha como "despertador" da galera.
No começo fiquei meio apreensiva de deixar a Maria Gabriela dormir em outro alojamento, longe de mim, mas a primeira coisa que senti quando cheguei ao paiol, foi segurança, pois tinham muitos monitores, e todos eles, sem exceção, são muito prestativos. pra vocês terem uma ideia, a Isabel andou de caiaque sozinha com um deles, e ela tem só 3 anos. eu me senti quase uma mãe sem filhos lá, pois o acampamento trabalha a independência e a responsabilidade dos acampantes. E eu como mãe, ADOREI!


Isabel e o tio andando no caiaque
Queelen!! você é doida de deixar a Isabel desse tamanhico andar num caiaque com um instrutor!!

Não sou não gente! a equipe deles é super treinada, e não está aparecendo nessa foto, mas bem do lado esquerdo ali tinha uma salva vidas de olho na Isabel, que estava com colete salva vidas como vocês podem observar na foto, sem contar que conheço minha pequena e sabia que ela não ia desobedecer o instrutor.

me senti muito segura, pois foi a primeira coisa q observei quando cheguei, a "qualidade" dos monitores, instrutores.... Pois querendo o não, uma hora ou outra minhas filhas iam ficar sozinhas nas mãos deles.
Só sei gente que nos divertimos a aprendemos muito!
Maria Gabriela cavalgou sozinha, se sentindo a própria amazona., Isabel escalou,
e todas as atividades tinham equipamentos de segurança. e no minimo 2 monitores para cuidar da criança.

Escrevendo para vocês pude reviver novamente tudo que passamos lá,

Foi emocionante ver adultos, adolescentes e crianças ajudando a servir as refeições, limpando as mesas, cantando felizes com esses momentos. É, lá todo mundo ajuda um pouquinho, e não é custoso, pois todos fazem com alegria, vi até disputa pra ver quem ia pegar a comida e quem ia pegar a bebida, de tão prazeroso que eram esses momentos.

alem de ser a hora das refeições, eram também, momentos de comunhão, cantávamos, dançávamos, riamos muito, e por diversas vezes chorei emocionada.
Participamos de varias gincanas também, e como vocês pode perceber meu jeito, eu aproveitei demais!

E sabe o que é bom lá? Não tem aquele espirito de competição, lógico que todos querem ganhar, Mas no final não existe um ganhador, pois todos comemoram, riem e fazem a festa! Meu esposo parecia uma criança naquele meio.
Minha amazona linda, Maria Gabriela
Isabel escalando o paredão com a ajuda da tia Carolinda, (monitora que ficou conosco no alojamento)
O alojamento da Gabi na hora do grito de Guerra no café da manhã
Nosso alojamento fazendo a farra.
Momento pescaria, Pai e filha
comemorando junto com o papai!
E a mamãe também participa!
Teve show de talentos!


Eu simplesmente amei tudo!!!
espero voltar lá novamente!
Quem sabe vamos todas juntas um dia né!

Um beijo!

Até mais!















terça-feira, 22 de setembro de 2015

Trocadores para o banheiro masculino

Bepantol® Baby lança o movimento Papai Manda Bem e anuncia a entrega de 1 mil trocadores de fraldas para banheiros masculinos ou que tenham áreas comuns para ambos os sexos

Marca da Bayer inicia diálogo com homens e lidera movimento para incentivar a participação dos pais na criação e nos cuidados com os filhos; evento de lançamento contará com a presença do ator Márcio Garcia e especialistas no universo infantil
Cuidados como dar banho, trocar fralda e colocar para dormir são algumas das muitas atribuições dadas, em geral, às mães. Os pais, aos poucos, estão se envolvendo e aumentando a participação nas tarefas diárias, mas as mulheres ainda são as que mais dedicam tempo às crianças. Segundo pesquisa da Universidade do Estado de Ohio, dos EUA, as atribuições básicas de cuidados com bebês de, aproximadamente, nove meses consomem duas horas por dia de dedicação das mães contra 40 minutos dos pais.

Pensando na importância da paternidade ativa e presente, Bepantol® Baby vai liderar o movimento intitulado Papai Manda Bem, que contempla debates e uma série de ações, incluindo a entrega de 1 mil trocadores de fraldas para banheiros masculinos ou que tenham áreas comuns para ambos os sexos de estabelecimentos públicos de todo o Brasil.

“Os homens estão assumindo novos papéis nas relações familiares, principalmente na criação dos filhos. E o nosso movimento Papai Manda Bem visa incluí-los cada vez mais na rotina de cuidados com as crianças”, afirma Mariana Hagel, gerente de marketing de Bepantol® Baby no Brasil.

De acordo com o relatório State of the World’s Fathers (O Estado dos Pais do Mundo, em tradução livre), divulgado recentemente pela organização ativista MenCare, crianças cujos pais participam desde cedo da criação se tornam mais felizes e educadas.

Entendendo esse cenário, Bepantol® Baby passa a dialogar também com os homens, provocando uma mudança de comportamento e chamando a atenção para o papel do novo pai, que precisa estar cada vez mais envolvido no cuidado com os bebês, não apenas com o suporte financeiro, mas compartilhando as tarefas com as mães e assumindo mais responsabilidades no dia a dia com os pequenos. O objetivo da marca é promover, a partir de agora, ações que fortaleçam o vínculo entre pais e filhos, incentivando a evolução da paternidade nas relações familiares. Para isso, Bepantol® Baby anuncia a entrega de 1 mil trocadores de fraldas para banheiros masculinos ou que tenham áreas comuns para ambos os sexos.

Entrega de trocadores de fraldas
Os estabelecimentos interessados em participar do movimento e receber os trocadores de fraldas de Bepantol® Baby devem se inscrever na seção Papai Manda Bem, hospedada no site da marca (www.bepantolbaby.com.br), e enviar fotos e a descrição do local. Em um segundo momento, a Bayer avaliará se os espaços estão dentro das determinações especificadas no regulamento e, se aprovado, o estabelecimento receberá o trocador de fraldas. “Nosso objetivo com as 1 mil entregas é incentivar que os homens possam desempenhar mais facilmente o papel de pai, uma vez que na maioria dos estabelecimentos o trocador fica no banheiro feminino”, diz Mariana.
As inscrições podem ser feitas de 7 de agosto a 17 de abril de 2016 ou enquanto durarem os estoques. Os 1 mil trocadores serão distribuídos em todo o território nacional até maio de 2016.
Além disso, a marca mapeará estabelecimentos no Brasil que já possuam a estrutura necessária aos pais e enviará selos com a assinatura da campanha #papaimandabem, evidenciando que esses pontos são chancelados por terem um fraldário para receber os pais e seus bebês.
Sobre Bepantol® Baby
Sempre pensando no bem-estar da mãe, do pai e, claro, dos filhos, a Bayer oferece Bepantol® Baby, a evolução dos antiassaduras. O creme da marca penetra na pele do bebê, deixando-a mais resistente contra as assaduras. O produto possui dupla proteção, pois cria uma barreira transparente e tem pró-vitamina B5, que age aumentando a resistência da pele contra assaduras. Além disso, a mamãe pode visualizar facilmente a pele do bebê após cada troca de fralda, identificando precocemente qualquer alteração. Bepantol® Baby também não contém fragrâncias, corantes, conservantes que podem irritar a pele sensível do bebê.
SAC da Bayer: 0800 723 1010 / sac@bayer.com

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

O Desfralde da Maria Gabriela e da Isabel

Esse assunto do desfralde é algo que para algumas assusta um pouco, e para outras, é bem normal.
Isso depende muito das condições da mão ao impor algo que vai mudar a vida da criança. Sim gente, o desfralde para a criança é algo revolucionário, é tipo o primeiro emprego de um adulto.
Você tem que preparar a criança para esse momento, incentivar, e não acelerar o processo, pois cada criança tem seu tempo.
O desfralde para a criança, é uma grande responsabilidade, ela fica preocupada em não deixar escapar na roupa. Por isso que muitas vezes, vem correndo ate nós, desesperada com as mãozinhas segurando o "suas coisas".
Aqui em casa tenho 2 episódios de desfralde.
O da Maria Gabriela (hoje com 8 anos), e da Isabel, que está na fase de conclusão.
Vou começar pelo desfralde da Gabi:
A Gabi, começou a dar sinais de desfralde com 2 anos e 4 meses de idade.
Ela ganhou um penico da minha sogra, ele era roxo e rosa, e tinha um botão do lado que quando apertávamos, ele cantava uma música.
eu deixei um penico no nosso banheiro, e durante uma semana, eu a deixei sem fralda durante o dia, e toda hora perguntava a ela se ela queria ir ao banheiro, nessa uma semana, escapou xixi 2 vezes, ela se sentiu frustrada, mas eu a consolava e explicava que ela não podia esperar quando sentisse vontade de ir ao banheiro, e que poderia sempre me chamar para acompanhá-la.
depois dessa semana, ela se adaptou e conseguiu frequentar o banheiro sem ajuda, e nunca mais fez nada na roupa.
Em compensação, a noite ela dormia de fralda. Eu não em importava com isso, pois ela fez o desfralde na mesma época que o desmame, então na madrugada, ao invés do peito, eu dava água, (coisa que quem "entende" de desfralde, fala p não fazer).
Eu fui acompanhando os xixis da madrugada pelo peso da fralda, e cada dia diminuía, e era independente dela beber a aguinha da madrugada ou não.
A primeira noite que ela não fez nada na fralda, nós comemoramos, e isso a incentivou a não fazer mais, deixei ela com a fralda mais uma semana, e ela não fez o xixi da madrugada. Mas acordava com muita vontade pela manhã e corria p banheiro.
depois desse processo do desfralde, feito tranquilamente, sem pressão e sem neurose, ela saiu das fraldas e nunca mais fez xixi na madrugada, com 2 anos e 6 meses a Gabi estava completamente desfraldada e desmamada. Hoje ela já é grandinha e quando sente vontade a noite, vai sozinha ao banheiro.

Já a Isabel....
Quando engravidei da Isabel, achei que faia tudo exatamente igual com a Gabi, porque tudo q eu tinha feito ate aquele momento como mãe, tinha dado certo. Só que eu esqueci de um detalhe. Isabel não viria com a mesma personalidade que a Gabi. haha
Eu comecei o desfralde da Isabel também com 2 anos e 4 meses, mas não deu certo, percebi que ela não estava preparada.escapava todos os xixis e cocos do dia, e ela não sentia, achava q estava de fralda.
daí decidi esperar mais um pouco.
Eu nunca fui de ouvir opinião e muito menos de aceitar ajuda de terceiros em relação as minhas filhas.
quem conhece elas sou eu, e só eu saberia o momento certo pra cada coisa. se eu sou chata? não! só sou realista. como uma pessoa que não conhece minhas filhas como eu conheço, iria me ajudar em alguma coisa? não tem como gente.
Quando Isabel fez 2 anos e 9 meses, ela começou e se incomodar quando ia fazer o coco. Ela se escondia nos cantinhos para fazer força sossegada, aí percebi que ela estava pronta. e comecei o processo novamente.
Com a Isabel escapou mais vezes, mas hoje com 3 anos e 1 mês, não escapa mais, ela sente vontade e ainda sabe segurar. A fraldinha da madrugada ainda não tirei, pois amanhece molhada, mas está diminuindo a cada dia. e eu não acordo ela na madrugada pra ir ao banheiro, não vejo necessidade, e ainda acho uma maldade fazer isso,
Acredito que tudo acontece no tempo certo, e cada criança tem o seu tempo, eu tive 2 experiencias de desfralde, muito diferentes uma da outra, mas a minha tranquilidade pra lidar com isso é o que me ajuda, pois é algo q uma hora ou outra irá acontecer. É só nós mães não ficarmos ansiosas.
Sempre prestem atenção nos filhos de vocês, eles dão sinais de amadurecimento, não liguem pro filho da amiga que desfraldou com um ano de idade, CADA CRIANÇA TEM O SEU TEMPO.

um grande Beijo!
Quelen.





sábado, 30 de maio de 2015

Como me tornei mãe

Quando fiz 2 meses de casada, descobri que estava gravida. Era uma época difícil de nossas vidas, não tínhamos como dar o que sempre sonhamos a um filho. Mas sempre confiei no que Deus queria pra mim. eu tomava remédio, mas esqueci 1 dia e foi O DIA!
Lembro que na época, uma prima minha tinha acabado de ter uma menininha, e era linda, fiquei apaixonada. Numa visita que fiz a ela, brinquei dizendo que também queria um bebe, minha tia (mãe da prima), mais que depressa disse: 
- Ter filho custa dinheiro, só com o quarto dela gastamos 8 mil reais. (ela sabia nossa realidade daquele momento).
Essa resposta doeu em mim, pois eu sabia a situação em que vivia, realmente eu não tinha 8 mil reais na epoca, mas ela não precisava ter falado aquilo, pois crianças não precisam de um quarto de 8 mil reais, p se alimentar e ser feliz. (faz o quarto quem pode e quer).
Vejo tantas crianças sem quartos e super felizes. rs (confesso que aquela resposta mexeu com meu orgulho, mas hoje nem ligo, eu era imatura naquele tempo).
Uma semana depois dessa visita, comecei a passar mal e notei que minhas roupas estavam ficando apertadas.
Num domingo, desconfiei da situação e fui a uma farmácia comprar um teste de gravidez, e pimba. POSITIVO!
eu e meu esposo ficamos desesperados com isso, pois não tínhamos condições de termos um bebê naquele momento, meu esposo não trabalhava pois a faculdade era em período integral, as únicas remunerações que tínhamos eram do estágio que ele fazia (que dava cesta básica) e uma mesada que ele recebia da avó, um dinheiro q o pai dele também mandava e meu salario (que ia todo pra mão da minha mãe por conta de um dinheiro que eu devia a ela).
Mas o desespero deu lugar a preocupação e começamos a ver pra onde correríamos. 
Meu esposo começou a procurar alunos para aulas particulares, fez um processo seletivo pra dar aulas num curso pré vestibular do governo, o estágio renovou com ele, e ainda deu um aumento, Tudo coisa de DEUS!
As coisas foram acontecendo, portas foram se abrindo. só sei que no final das contas, pudemos dispensar a mesada da avó dele, e também o dinheiro que o pai dele mandava. Essa foi a melhor parte, podermos caminhar sem ajuda financeira de terceiros.
Nesse meio tempo, fui demitida, mas mesmo assim continuamos confiando em Deus.
Quando eu estava com 8 meses de gravidez, minha pequena tinha apenas 6 pacotes de fraldas que a avó do meu esposo tinha dado de presente pra nós.
Mas ao completar 9 meses, vi novamente a mão de Deus sobre nossa família. lembram da minha tia que fez o quarto de 8 mil reais? Então, ela pegou o enxoval todo da netinha e me emprestou, e minha sogra deu 500 reais para comprar o resto das coisas que faltaram. daí pra frente foi só alegria. 
No dia 21 de janeiro de 2007 (domingo), entrei em trabalho de parto, queria muito um parto normal.
Fomos para o hospital na hora do almoço de ônibus, chegando lá, o medico fez o toque, e mandou voltar pra casa, pois não tinha dilatação e disse que o bebe viria na próxima semana, voltamos frustrados, pois eu sabia que tinha chegado a hora. 
Passei o resto da tarde e noite com dores. Meus esposo ficou com tanta dó que me levou de volta pro hospital, dessa vez de táxi, era de madrugada e não tinha mais ônibus. 
Chegamos no hospital e eu estava com 3 cm de dilatação, o médico perguntou se meu esposo queria me levar de volta pra casa e esperar mais um pouco pra internação. Meu esposo desesperado e sem dinheiro respondeu que não, que ele ia me deixar lá mesmo. hahaha
Fui internada as 2:30 da manhã, e depois disso, tudo piorou, a dor ficou insuportável, e eu não tinha posição, eu tinha vontade de berrar, mas tinha vergonha, evacuei de dor, e a enfermeira me olhava com a cara mais natural possível e dizia:
 -Calma! É assim mesmo... (isso me deixava louca, porque ela podia pelo menos conversar comigo, explicar o porque daquela dor insuportável, afinal de contas eu tinha acabado de fazer 22 anos e não sabia como funcionavam as coisas, naquela época eu não tinha acesso a internet e nunca tinha parido!
Nisso o medico vinha e fazia o toque pra ver a dilatação, e não evoluía, parou nos 3 cm. quando deu a hora do almoço, os médicos iam trocar o plantão, aí o que ia entregar o plantão, veio me avaliar e também avaliou uma outra gestante que estava em trabalho de parto e mais pressão alta. Nessa hora ele falou assim pra mim: Eu não posso deixar você esperar o parto normal, pois vai prejudicar você e seu bebê. Você não está evoluindo, o medico que virá no meu lugar fará o parto dela (a outra moça com pressão alta), e logo em seguida o seu.
Aí lembro da moça falar assim: 
-Não doutor, faz o dela primeiro, ela está sofrendo bem mais que eu.
Gente, se eu estivesse em condições, eu daria um beijo na boca dela naquela hora. hahaha
Os médicos trocaram o plantão, e lá fui eu pra sala de parto às 15:30 da tarde do dia 22 de janeiro (13 horas tentando parto normal e morrendo de dor). 
Quando o anestesista deu a injeção falei pra ele que a partir dali eu poderia esperar tranquilamente o parto normal, pois a dor havia passado. kkkkk
Deitei naquela mesa fina (medo de cair pro lado), e logo ouvi o choro mais lindo da minha vida, foi um momento único só meu, pois só estava eu ali, e de repente me entregaram um pacotinho com recheio cor de rosa cheia de sebo e fedorentinha, mas era o fedorzinho mais cheiroso da minha vida.
Maria Gabriela!!!
Minha pequena veio ao mundo com 2.780 kg e 47 cm, cheia de vida e linda!
Me levaram pra enfermaria com o pacotinho no meio das pernas, eu estava grogue, mas não fechei o olho um minuto com medo de roubarem ela de mim. (coisa de mãe né).
Meu esposo chegou no quarto e eu estava com os 2 peitos pra fora amamentando nossa cria linda!
Sacanagem da enfermeira não esconder um dos peitos né! eu não conseguia me mexer pra tentar ficar apresentável pro maridão. Mas desencanei, aquele momento eu estava me tornando mãe, e não esposa!
Ganhei minha pequena pelo SUS, e fui tratada muito bem, fiquei na enfermaria com mais três mães, e estávamos tão felizes e empolgadas que nenhuma de nós dormiu durante a estadia no hospital, Ficamos acordadas e conversando. Onde a enfermeira levava as crias, íamos todas atrás.
Tive uma recuperação rápida, ganhei a Gabi a tarde, e a noite já estava sentada na cama pra lanchar.
Hoje entendo perfeitamente o que Deus fez em nossas vidas!
Quando Gabi completou 1 aninho, fomos morar no Mato Grosso, só nós 3 (eu, ela e meu esposo), à 1.300 km de nossas famílias. Se eu não tivesse ela, eu não suportaria. Ela sempre foi minha companheira, nunca a deixei com ninguém, e onde vou eu carrego. minha filha, minha amiga, minha companheira pro resto da vida.
TE AMO MEU PRESENTE DE DEUS!




sexta-feira, 17 de abril de 2015

Sejam muito bem vindos!

Oi gente!
Agora temos blog, ebaa!! 
Vou fazer um resuminho de quem eu sou para o pessoal que ainda não me conhece, ok?!
Meu nome é Quelen, tenho 30 anos, nasci em Petrópolis mas moro no interior de São Paulo.
Com 16 anos entreguei minha vida para Jesus, e foi a melhor escolha da minha vida, digo pra vocês que nasci de novo nesse dia.
Com 18 anos tive meu primeiro namorado, com quem me casei aos 21, e estou até hoje, e estarei para sempre. Ele é o amor da minha vida!
A partir daí virei dona de casa.
Nós planejamos filhos para 5 anos depois, mas Deus quis nos presentear antes e eu engravidei da Maria Gabriela com 2 meses de casada, (minhas companheiras do instagram a conhecem como Cria1).
Foi um tempo bastante difícil, pois nessa época meu esposo fazia faculdade em período integral, e vivíamos, com uma mesada que ele recebia dos pais e da avó e também uma grana que ele recebia como professor particular de química e física. 
Mas Deus sempre esteve conosco. Assim que a Bibi nasceu, meu esposo conseguiu um estágio remunerado, e conseguiu duas vagas como professor de um curso pré vestibular federal.
E assim fomos vivendo até nossa filha completar 1 ano de idade, e foi no mesmo ano que ele se formou na faculdade. 
Com o diploma na mão, ele conseguiu o primeiro emprego no Mato Grosso.
Ele foi primeiro pra lá e me deixou morando na casa dos meus sogros em Minas Gerais até arrumar uma casa pra nós. 
Ficamos longe por 3 meses. foi horrível. Não pelos meus sogros, porque eles sempre foram muito bons pra mim, mas por estar longe do meu amor, e por não estar em minha própria casa, sem contar que a Bibi tinha 1 ano e ficou longe do papai por todo esse tempo né.
 Passados esses 3 meses, ele conseguiu uma casa em Nova Olímpia, daí fui com minha pequena ao encontro do meu amor. Nosso encontro foi maravilhoso, um misto de alívio, paixão, amor, saudade...
Em Nova Olímpia, ficamos 3 meses, e depois fomos para Tangará da Serra, moramos lá por 2 anos. foi um tempo muito bom para amadurecimento tanto pessoal quanto familiar, acredito que Deus fez isso para que fossemos eternamente cúmplices, pois estávamos a mais de 1000 km de distância da família, se houvesse desentendimento entre nós, nunca ligavamos pra ninguém para levar problemas pessoais nossos, sempre tínhamos que nos resolver sozinhos, sem "pitacos" de terceiros, e até hoje somos assim, independentes, o que me faz ser segura e bem resolvida no casamento.
Depois desse tempo, meu esposo resolveu que queria vir pra região de São Paulo, então participou de um processo seletivo e passou. Daí fomos pra Araçatuba. moramos lá por 4 anos, Lá conseguimos nosso primeiro lar próprio, e também ganhamos a cerejinha do nosso bolo, a Isabel (nossa cria2), a Gabi já estava com 5 anos nessa época.
Esse ano nos mudamos pra região de São José do Rio Preto, e estamos nos adaptando ainda, pois só tem 2 meses que chegamos. mas tudo é questão de tempo. 
Entrego tudo nas mãos de Deus.
E é isso gente, espero poder suprir vocês com boas informações.
Aqui vocês vão ver desde um desabafo, até as dicas para lavar banheiro, porque sou uma mãe 1001 utilidades.
sejam todos muito bem vindos!

Quem ainda não me segue no instagram o nome é @mae1001utilidades
e no facebook também: mãe1001utilidades

Fiquem com Deus e até o próximo post!
Beijos 
Quelen